domingo, 17 de outubro de 2010

Ato do IFRN com Dilma

Na próxima quarta-feira (20/10), as entidades estudantis do IFRN, em conjunto com o SINASEFE, UNE e UBES, promoverão ato do IFRN com Dilma, no intervalo dos horário da manhã e da tarde. É a resposta dos estudantes, professores e da sociedade contra a baixaria promovida pela campanha de José Serra e sua central de boatos.
Nesta quadra da história, em que a direita está toda rearticulada e unificada para a vitória de Serra, os movimentos sociais precisam dar resposta ao rebaixamento do debate político dos segmentos mais conservadores da sociedade brasileira.
Vivemos um momento ímpar no Brasil. Toda a esquerda e setores progressistas do país estão recomendando o voto, crítico ou não, à candidata do PT, Dilma Roussef. Sabemos que a vitória do PSDB representaria retroceder num projeto que elevou a quantidade de jovens cursando nível superior de 1 para 4%, que valorizou, investiu e ampliou a qualidade e quantidade de cursos de nível técnico e tecnológico e que, depois de décadas, construiu novas universidades federais.
Nunca, em nenhum momento, o país cresceu tão significativamente gerando e distribuindo renda para a maioria das pessoas. Durante décadas, a classe dominante geriu o governo para si, relegando milhões de brasileiro à falta de oportunidades. Durante a gestão de FHC, se dizia "aos quatro ventos" que haveria no Brasil uma classe de "inempregáveis", incapazes de ingressar no setor produtivo.
A campanha baixa da direita quer dividir um país que nunca teve rancor religioso ou de qualquer outro tipo. O PSDB e seus aliados, diante da falta de projeto para o Brasil, investe pesado em boatos preconceituosos contra Dilma Roussef, uma candidata preparada, experiente e que conduziu com maestria os principais programas do governo Lula.
Quem não quer o Brasil andando para trás, quando os temas do país eram desemprego e falta de oportunidades, tem lado. Somos todos Dilma 13.
ATO IFRN COM DILMAQUARTA NA AV. SEN. SALGADO FILHOCONCENTRAÇÃO NO PÁTIO DURANTE O INTERVALO

Vamos nos unir por uma Brasil melhor!

Caros amigos
Confesso que ontem fiquei com muito medo de perdermos essa eleição, mas saiu há pouco a pesquisa datafolha. Continuamos na frente mas, na atual conjuntura não podemos perder nenhum voto, estamos em uma guerra de classe, somos nesse momento os soldados a defender um projeto de nação.
Vamos "manter o sorriso nos lábios, a confiança nos olhos, acreditar em nossas forças e ir para cima.Tenhamos orgulho, nossas idéias são generosas, nossa causa é brilhante e digna; a deles é tão feia e repugnante que só pode ser escondida em campanhas baixas e deletérias". Sem perder a ternura vamos doar um pouco de nosso tempo a essa causa que nos é muito cara-a eleição da Dilma.
Profª Edneide Bezerra
Enviado por e-mail em 15/10

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Manifesto A UFRN VOTA DILMA

“Somos do tecido com o qual se fazem os sonhos”. Shakespeare.
O Governo do Presidente Lula promoveu significativas mudanças sociais, políticas e econômicas no Brasil. Atualmente, há mais pessoas consumindo, maior dinâmica econômica e programas sociais que ampliam a cidadania. Maior distribuição de renda, aumento do poder de compra do salário mínimo, geração recorde de empregos, expansão dos investimentos em saúde e educação, crescimento do PIB e ganho de credibilidade no mercado externo são alguns dos indicadores que demonstram os avanços vividos pela nação brasileira.
Muita coisa melhorou e as mudanças são visíveis no dia-a-dia dos(das) brasileiros(as). Durante o Governo Lula, 28 milhões de pessoas saíram da miséria extrema e 36 milhões ascenderam à classe média. Isto só foi possível graças a execução de um projeto político que retomou a capacidade da ação do Estado, tornando-o capaz de intervir na economia e fazer frente aos problemas sociais.
Tais mudanças também são percebidas em nossa vida universitária, sejamos estudantes, professores ou servidores. Nos últimos oito anos, temos uma situação muito diferente nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) daquela enfrentada durante o Governo Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. Quem desejar saber o que as Universidades públicas brasileiras viveram naquele período deve conversar com qualquer um da comunidade acadêmica que o tenha testemunhado. Deles ouvirá depoimentos sobre uma época em que a estrutura das IFES era sucateada, o acesso aos estudantes era restrito e os professores e funcionários eram mal pagos e sem perspectiva de carreira. Momento histórico em que predominava a precarização do vínculo empregatício, no qual o quadro elevado de professores substitutos e técnicos administrativos terceirizados demonstrava a clara desvalorização da instituição universitária pública.
Este passado recente talvez nem consiga ser imaginado pelas gerações que agora ingressam nas fileiras das IFES. Isto porque, durante Governo Lula, as políticas de valorização do ensino superior modificaram radicalmente sua feição. Atualmente, os esforços do governo no setor se traduzem na abertura de 14 novas universidades federais e 117 novos campi universitários. Com ações como o Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Brasileiras (REUNI), o Governo Lula promoveu a admissão de mais de 6.300 técnicos administrativos e 9.400 docentes por meio de concurso público
No Governo Lula, os salários dos professores das instituições federais de ensino superior foram reajustados e tiveram aumento real acima da inflação. Foi criada uma nova carreira (a de Professor Associado), o que dá perspectiva para docentes com mais tempo de serviço continuarem a contribuir com a vida acadêmica, através do ensino, extensão e pesquisa de qualidade.
No caso dos técnicos administrativos, reivindicações históricas se concretizaram como a implantação do novo Plano de Cargos e Salários. Claro que queremos avançar muito mais em nossas conquistas e melhorias na carreira e nos salários, e isto está na mesa de negociação para 2011. Neste sentido, é muito importante também destacar a postura política de diálogo e negociação do atual Ministério da Educação, para compararmos como é diferente daquele ministério do PSDB conduzido com a intransigência e arrogância do então ministro Paulo Renato.
A democratização do acesso ao ensino universitário também foi outro avanço do atual governo. Somente nas IFES a matrícula quase dobrou, passando de 113,9 mil em 2003 para 222,4 mil em 2010. Neste quesito, outra ação importante se notabilizou: o Programa Universidade para Todos (PROUNI), que concede bolsas de estudos em instituições privadas para alunos com baixa renda per capita familiar. O PROUNI conta com 704.637 mil bolsistas, sendo 70% deles com bolsas integrais.
Os investimentos em Ciência e Tecnologia também aumentaram de 952,9 milhões em 1995, no governo FHC, para 6,6 bilhões em 2010. Em todo o país, a quantidade de bolsas para pós-graduação e para pesquisa aumentou significativamente!
Para nós, é motivo de alegria que a UFRN tenha se tornado um exemplo vivo do novo momento vivido pela Universidade brasileira. É só olhar os números:
- O acesso foi ampliado. Hoje temos 33.916 estudantes matriculados. Número muito mais expressivo do que os 24.345 que tínhamos em 2003.
- Novos cursos foram criados. Durante o Governo Lula, e principalmente a partir do REUNI, a UFRN criou 30 novos cursos de graduação, 13 de mestrado e 16 de doutorado.
- Para dar conta desta nova demanda, vários profissionais foram contratados. Entre eles, aproximadamente 800 professores.
- Há mais pesquisa (1.252 projetos, em 2010, contra 827 em 2003) e extensão (1.006 ações, em 2010, contra 744, em 2003).
- A estrutura física da Universidade cresceu significativamente. Durante o Governo Lula foram acrescentados mais de 100.000 m² de área construída à instituição. Entre 2007 e 2011 (em valores previstos) serão investidos mais de R$ 200 milhões em novas obras, tais como a construção do prédio do Bacharelado em C&T, a ampliação de Centros, do Restaurante Universitário e da Biblioteca Central Zila Mamede.
- Todo este crescimento em termos quantitativos foi também acompanhado por um acréscimo nos aspectos qualitativos. Além de boas avaliações no ENADE (cursos de graduação) e CAPES (pós-graduação), a UFRN obteve o segundo lugar no Índice Geral de Cursos (IGC) entre as instituições da região Nordeste.
Temos certeza de que Dilma Rousseff dará continuidade à política educacional do Governo Lula, pois ela ajudou a construí-la. Sabemos que com Dilma as Universidades Federais serão fortalecidas, com propostas para avançar no acesso e na qualidade do ensino, pesquisa e extensão. Sua competência administrativa e sensibilidade, já demonstradas na coordenação do Governo, asseguram esse compromisso. Neste segundo turno, não podemos retroceder. Contra os expedientes perniciosos dos quais atualmente se utiliza a candidatura de oposição, temos todos os avanços realizados pela liderança de Lula e Dilma para mostrar, debater e defender.
Por isso, vamos eleger a primeira mulher Presidente do Brasil!
A UFRN VOTA DILMA PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

PALAVRA DE AGRADECIMENTO AOS EDUCADORES DO RN

Chegamos ao fim do mais recente processo eleitoral e, a despeito do resultado proporcionado pelas urnas, quero expressar palavras de sincero agradecimento a todos que torceram e contribuíram em favor do projeto que apresentamos durante a campanha e que se volta para a transformação do Rio Grande do Norte. Transformação no sentido de mudança de mentalidades e práticas adotadas hoje no meio político e na administração pública.

É próprio da democracia separar vencedores e vencidos. E há que se respeitar a vontade popular. Porém, no nosso caso, nos sentimos inseridos no primeiro grupo, dos vencedores, apesar dos números indicarem uma aparente derrota. Este sentimento vencedor deriva das muitas manifestações de apoio que recebemos ao longo desta recém-encerrada caminhada, sobretudo as direcionadas à Política Educacional que propusemos. Uma política que contou em sua elaboração com a participação direta de alguns dos mais renomados técnicos da área em todo o Rio Grande do Norte e que, por isso mesmo, está alicerçada nas mais legítimas necessidades e anseios do segmento. A intensidade com que recebemos esses gestos de apoio mostra que estamos no caminho certo.

Superada a fase eleitoral, fica registrada aqui, mais uma vez, a nossa mais enfática palavra de gratidão. A todos vocês que nos ajudaram a propagar as ideias e as propostas em torno de um Rio Grande do Norte na Saúde, na Segurança Pública, na Assistência Social, na boa gestão dos recursos públicos e, acima de tudo, na Educação — setor que, estamos convictos, é o verdadeiro ponto de partida das transformações que desejamos para a nossa sociedade.

Muito obrigado a todos!

Carlos Eduardo Nunes Alves.